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MATCHA, A BEBIDA DOS MONGES JAPONESES

O matcha, que começou a ser consumido pelos monges japoneses no século XII é uma bebida cheia de tradição que faz dela verdadeiramente única.

Sua popularidade está associada a cerimônia japonesa de chá, e também associada a filosofia Zen, que influenciou a cultura japonesa em todos os aspectos, desde a arquitetura, literatura, teatro e cozinha.

Os monges consumiam essa rica bebida antes de uma sessão longa de meditação devido às propriedades desse chá de manter a mente em estado de atenção, calma e o corpo desperto.

Além de toda essa riqueza para a mente, o matcha é riquíssima em aminoácidos, responsável pelo seu sabor peculiar (que particularmente eu adoro).

Esse sabor os cientistas têm descrito como o quinto sabor umami, um sabor que associamos a grande satisfações e a tudo que consideramos muito rico.

Assim como os chás: verde, branco, preto e o olong, o matcha também é feito da planta Camellia Sinensis, mas em um processo mais complexo.

As folhas, conhecidas como Tencha, são usadas mais novas e vem de plantações protegidas do sol, o que preserva os antioxidantes e a clorofila.

A combinação da cafeína presente no chá, com o aminoácido L-teanina resulta na sensação de alerta e foco, ao mesmo tempo em que acalma, enquanto as catequinas ajudam a prolongar o pico de energia.

Riquíssimo em antioxidantes e polifenóis, essa bebida é interessante ser consumida nas primeiras horas do dia.

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